terça-feira, 26 de setembro de 2017

Grêmio Estudantil e o Setembro Amarelo

Numa iniciativa do Grêmio Estudantil, considerando que estão sendo trabalhados os temas relativos ao Suicídio dentro do ‘Setembro Amarelo’, a EEM Prof. Roberto Grant recebeu neste dia 26/09/2017 o casal João Luiz Grossl e Marise Margareth Cristofolini Grossl, que ministraram palestra sobre Personalidade.



Os alunos de diversas turmas participaram de forma ordeira e atenciosa deste momento especial de aprendizado sobre a individualidade.

  

   


A palestra culminou com um período de meditação sobre o tempo em cada um foi gerado e gestado. Foi uma atividade para concluir que as implicações das fases da vida, trazem até o presente a certeza de que somos seres decorrentes de nossa história, mas podemos fazê-la cada vez melhor, a partir das decisões positivas quanto à nossa existência.





Diversos professores acompanharam suas turmas, participando também deste tempo de palestra, sendo assim beneficiados com a experiência dos palestrantes.




Foram doados pelo casal 3 livros ‘Espelhos da Mente’, contendo material produzido em um tempo aproximado de 9 anos, com elementos apresentados durante a palestra. Estes exemplares estão disponíveis na Biblioteca.


 Ao final, a Diretora, Profª. Adriana Adam, juntamente com representantes do Grêmio Estudantil, presentearam o casal palestrante, agradecendo pela disposição de estarem presentes junto aos alunos e professores de nossa Unidade Escolar.








            Parabéns ao Grêmio Estudantil pela iniciativa!!!...


Matéria elaborada pelo Prof. Samuel Sérgio La Banca
Departamento de Apoio Tecnológico

#eemprg


Escola de Ensino Médio Prof. Roberto Grant

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Mais uma Conquista

     Os alunos de nossa Escola estão se destacando não somente no âmbito das atividades que desenvolvemos, mas também em outras áreas da construção da aprendizagem e cidadania.
     Isso tem acontecido em outras Instituições de Ensino, paralelas ao estudo ministrado na EEM Prof. Roberto Grant, onde temos tido o prazer de ver sucessos como o do aluno Jean Felipe Rank, que faz parte de nosso quadro discente, ao mesmo tempo que aplica o que aprende aqui, ampliando conhecimentos em setores paralelos da Educação.
     De forma brilhante, participou da Olimpíada do Conhecimento, da Etapa Estadual 2017, do FIESC/SENAI, por ocasião do ENIT (Encontro e Feira de Negócios, Inovação e Tecnologia), nos dias 19 a 21/09/2017, na PROMOSUL de São Bento do Sul – SC.
     Tendo sido treinado pelo Prof. Antonio Elizeu da Cunha Júnior, alcançou mérito sendo premiado, conforme medalha que postamos a seguir, comprovando o esforço referente ao empenho aplicado nas provas da competição.
      Em nome de todas as pessoas que compõe nossa Instituição de Ensino, nossa Diretora, Profª Adriana Adam, parabenizou este aluno, estendendo esta atitude aos demais que tem mostrado o quanto é importante a interação e integração de nossos educandos em projetos audaciosos, que levam seus nomes pessoais e da nossa Escola aos mais diversos ambientes educacionais de nosso Estado e País.

      Sucesso a todos!






Matéria elaborada pelo Prof. Samuel Sérgio La Banca
Departamento de Apoio Tecnológico

#eemprg

Escola de Ensino Médio Prof. Roberto Grant

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Uma aula dinâmica e moderna

No tempo presente, o estudo da Geografia passa não somente pelos elementos meramente de localidade e características físicas, mas vai além, dando ênfase em se perceber as questões sociais, culturais, econômicas e similares.
Os alunos da 3ª Série, Turma 09, Turno Noturno, sendo a primeira equipe do projeto desenvolvido pelo Professor João Adilson Lenczuk (Daniel Martinhuk Hillebrandt, Hemellyn Elizabeth dos Santos e Tiago Tavares), focaram sua apresentação desde a questão histórica até a exploração turística, referente à Região Sul do Estado de Santa Catarina.
Foram projetados slides em Power Point que continham não somente dados numéricos e textuais, mas também imagens que enriqueceram a compreensão do assunto em pauta.
A forma como discorreram sobre o tema também foi interessante, pois não leram textos maçantes de forma mecânica, mostrando que organizaram o conteúdo, tendo domínio sobre toda matéria produzida.
A aula foi acompanhada e registrada pelo Departamento de Apoio Tecnológico (na pessoa do Professor Samuel Sérgio La Banca), bem como pela Direção da Escola (na pessoa da Gestora Adriana Adam).
Parabéns ao professor pela iniciativa e aos alunos que mostraram sua qualidade acadêmica.
Todos são valores que nossa Escola tem e que engrandecem a Educação de nosso Estado.

#eemprg
www.eemprg.com.br
Por Prof. Samuel - Departamento de Apoio Tecnológico









quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Uma História da Independência do Brasil



Denomina-se Independência do Brasil ao processo que culminou com a emancipação política desse país do reino de Portugal, no início do século XIX. Oficialmente, a data adotada é e de setembro de 1822, quando ocorreu o episódio do chamado "Grito do Ipiranga". Segundo a história oficial, às margens do riacho Ipiranga (atual cidade de São Paulo), o Príncipe Regente D. Pedro, bradou perante a sua comitiva: "Independência ou Morte!". Alguns aspectos da versão oficial, no entanto são contestados por alguns historiadores.
A moderna historiografia em História do Brasil, entretanto, remete o início do processo de independência à chegada da Corte Portuguesa ao Brasil , no contexto da Guerra Peninsular, a partir de 1808.
A partir de 15 de julho de 1799, o Príncipe do Brasil, D. João, tornou-se Príncipe Regente de Portugal. Os acontecimentos na Europa, onde Napoleão Bonaparte se afirmava, suceder-se-ão com velocidade crescente.
Desde 1801 que se considerava a idéia da transferência da Corte Portuguesa para o Brasil. As facções no governo Português, entretanto, se dividiam:
- a facção anglófila, partidária de uma política de preservação do Império Colonial Português e do próprio Reino, através do mar, apoiados na antiga aliança Luso-Britânica; e
- a facção francófila, que considerava que a neutralidade só poderia ser obtida através de uma política de aproximação com a França.
A decretação do Bloquio Continental em Berlim (1806) tornou mais difícil a neutralidade Portuguesa. Em 1807, o Tratado de Fontainebleau dividiu arbitráriamente Portugal em três reinos. Desde Outubro desse ano, Jean-Andoche Junot , antigo embaixador francês em Lisboa, preparava-se para invadir Portugal. Foi nesse contexto que D. João pactuou com a Grã-Bretanha a transferência do governo para o Rio de Janeiro, sob a protecção dos últimos.
Finalmente, com a invasão francesa de Portugal em progresso, a 29 de novembro iniciou-se a viagem da Família Real e da Corte Portuguesa para o Brasil. Dezoito navios de guerra portugueses e treze ingleses escoltaram mais de vinte e cinco navios mercantes de Lisboa até à costa do Brasil. A bordo seguiam mais de quinze mil portugueses. O Reino ficava a ser governado por uma Junta de Regência que Junot logo dissolveu.
Com a presença da Família Real Portuguesa no Brasil a partir de 1808, registrou-se o que alguns historiadores brasileiros denominam de "inversão metropolitana", ou seja, o aparelho de Estado Português passou a operar a partir do Brasil, que desse modo deixou de ser uma "colônia" e assumiu efetivamente as funções de metrópole.
Pressionado pelo triunfo da revolução constitucionalista, o soberano retornou com a família real a Portugal, deixando como Príncipe Regente no Brasil, o seu primogênito, D. Pedro de Alcântara.
No final de agosto, D. Pedro viajava para a província de São Paulo para acalmar a situação depois de uma rebelião contra José Bonifácio. Apesar de ter servido de instrumento dos interesses da aristocracia rural, à qual convinha a solução monárquica para a independência, não se deve desprezar seus interesses próprios. Tinha formação absolutista e por isso se opusera à revolução do Porto, liberal. Da mesma forma, a política recolonizadora das Cortes desagradou à opinião pública brasileira. E é nisso que se baseou a aliança entre D. Pedro e o “partido brasileiro”. Assim, se a independência do Brasil pode ser vista, objetivamente, como obra da aristocracia rural, é preciso considerar que teve início como compromisso entre o conservadorismo da aristocracia rural e o absolutismo do príncipe.
Ao voltar de Santos, parando às margens do riacho Ipiranga, D. Pedro de Alcântara recebeu uma carta com ordens de seu pai, para que ele voltasse para Portugal, se submetendo ao rei e às Cortes. Vieram juntas duas cartas, uma de José Bonifácio, que aconselhava D. Pedro a romper com Portugal, e a outra da esposa, Maria Leopoldina, apoiando a decisão do ministro. D. Pedro I, impelido pelas circunstâncias, pronunciou as famosas palavras “Independência ou Morte!”, rompendo os laços de união política com Portugal, em 7 de setembro de 1822. Ao chegar na capital, Rio de Janeiro, foi aclamado Imperador, com o título de D. Pedro I.
Culminava o longo processo de emancipação, iniciado em 1808 com a vinda da família real. A 12 de outubro de 1822, D. Pedro foi aclamado imperador e coroado em 1 ° de dezembro. 
Outras datas consideradas historiograficamente para a Independência, embora menos populares são a data da coroação do Imperador (Dezembro de 1822) ou mesmo a do reconhecimento da Independência por Portugal e pela Grã-Bretanha (1825).
Pergunta-se: Onde está a liberdade, se até hoje não conseguimos efetivar o que a História declara?
A verdadeira liberdade não se proclama. É necessário conquistá-la.
O caminho que muitos povos descobriram e precisamos que seja temática no Brasil, é a Educação.
Onde se investe em conhecimento e sabedoria, alcança-se progressivamente a efetivação de um estado de independência, que ninguém pode subjugar.
Feliz data comemorativa de nossa Independência!
Feliz início de um novo tempo em prol da Educação!
Feliz povo livre a partir da Escola!


Prof. Samuel Sérgio La Banca

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

UMA VIDA UM EXEMPLO

A E.E.M. Prof. Roberto Grant agradece a Hercílio Malinowsky em razão das doações de dois exemplares de seu livro "Uma vida Um exemplo", onde conta a história de seu pai Dr. Hercílio Malinoswsky.
Estiveram presentes na entrega dos exemplares à escola, sua irmã Narriman Maria Malinowsky, coautora da obra, e seu filho Daniel Fernandes Malinowsky.


sexta-feira, 18 de novembro de 2016

A História Social na Idade Média Contada através da Moda.


A História Social na Idade Média Contada através da Moda.
Professor Humberto Corrêa (História)
Trabalho desenvolvido pelos 1ª anos Matutino em Grupos.

Este trabalho foi desenvolvido no total de três (03) aulas, sendo utilizada uma (01) aula para explicação e formação dos grupos e as demais para pesquisa e apresentação. A confecção das peças dos vestuários se deu extra-curricularmente, e o tecido usado confecção foi o TNT entre outros.
Destaca-se que, o educando se apropriou do conhecimento de uma lúdica e diferenciada do aprendizado, numa experiência mais ampla da sociedade medieval e atual, assim aprendendo as diferenças sociais impostas pela sociedade não importando a época histórica, conforme debatido em sala após as apresentações.
Pois, a moda não é o simples uso das roupas no dia-a-dia. A moda é um fenômeno sócio-cultural que expressa os valores da sociedade numa determinada época. A necessidade de se cobrir para combater o frio tornou-se num aspecto cultural e determinou as diferenças entre ordens e mais tarde classes sociais. Cada ordem tinha o seu modo de vestir característico que a distinguia e estava expresso na lei. Por outras palavras “a moda transmite aos outros quem somos” mesmo nos dias de hoje.
As características das vestimentas da época Medieval surgiram graças à influência das cruzadas. Poucas pessoas podiam-se dar ao luxo de se vestirem com elegância, já que a sociedade estava estratificada em ordens onde o que contava era o poder econômico. As formas retangulares dos períodos anteriores evoluíram, tornando-se mais modeladas ao corpo. No século XI as classes baixas usavam Greguescos (calções largos), Saios (espécie de vestido sem botões que chegava ao joelho) e capas com capuz. As classes altas usavam túnicas até ao pescoço e apertadas na cintura, Gloneles (espécie de vestido com mangas largas) e xailes que cobriam e protegiam as costas. Calçava Bozerguins (espécie de botas), sapatos fechados bicudos e Polainas, nome que se dava as meias da época. Por norma os homens utilizavam o cabelo encaracolado e a barba curta. As mulheres usavam vestidos justos ao corpo, com pequenos decotes e ornamentados com jóias em ouro na cintura. Os penteados eram feitos geralmente de risco ao meio e algumas mulheres utilizavam tranças. Todas as roupas eram feitas à mão, com algodão, peles ou couro, por artesãos.
As roupas começaram a ser feitas em casa. As famílias criavam ovelhas e cultivavam o linho, mas com o crescimento das cidades surgiram lojas especializadas dirigidas por tecelões, alfaiates e outros artesãos que confeccionavam roupa. Estes formavam corporações chamadas guildas.
Basicamente o vestuário na Idade Média é caracterizado pelas cores vivas e uso de estampados clássicos. Os Nobres mais lustres usavam capas de cores vivas de veludo, que chegavam até aos pés e casacos com colarinhos brancos em torno do pescoço, que era um sinal de pertença à alta sociedade.
As mulheres igualmente importantes envergavam vestidos compridos e justos no busto com vários adornos na zona das mangas e do decote. As mais pobres usavam os vestidos geralmente de uma só cor com poucos ou mesmo sem enfeites. Usavam tranças compridas e lenços finos ou redes para cobrir a cabeça.
Em filmes como ‘Coração Valente’, ‘Cruzada: Uma jornada através do tempo’ e ‘Áquila’ é possível observar muito bem “as tendências” usadas naquele tempo.
O mais legal é que não importa o tempo, todo conhecimento é válido, independente da época. Principalmente na área da moda. Fica a dica.